domingo, 12 de novembro de 2017

Documentário fotógrafo das celebridades - Harry Benson na Netflix

Oi amores e amoras, tudo bem?

Quero dividir com vocês uma super dica de um documentário sobre fotografia, ou melhor sobre um fotógrafo, Harry Benson. Se você nunca ouviu falar dele, se você ver essa fotografia, com certeza saberá que é:

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Foto de Harry Benson


"Acho raro que, no momento da fotografia, você saiba que aquele momento é icônico ou legendário. Harry era icônico pois tirava fotos de ícones".

"É realmente uma estupidez e futilidade implícitas usar palavras sobre as fotos de um sujeito, quando tudo a respeito do trabalho dele transcende as palavras".

Fiquei impressionada com esse documentário - Harry Benson: shoot first, acessível no Netflix, pois, além das maravilhosas fotografias e composições visuais e a própria história de vida de Harry, acabamos por conhecer também um pouquinho do lado "escondido" de algumas celebridades.

"Ás vezes, é difícil descrever o que torna uma fotografia icônica, mas você a reconhece quando vê uma".

Além do que o próprio Harry Benson é um fofo, querido, simpático, cativante e engraçadíssimo... Uma linda homenagem e um super legado para o o mundo da fotografia!!!

"Aquele que controla as imagens, controla a mente do público".

Assistam e depois me contem aqui...

Baci

terça-feira, 7 de novembro de 2017

A tradução poética de "O Corvo", de Edgar Allan Poe

Olá amores e amoras,

Estava fazendo umas pesquisas na internet, atualizando currículo, entrando em redes sociais, e tudo isso ao mesmo tempo e eis que o google, ou a vida, me jogam para o blog, novamente.

Resolvi, então, voltar com algumas "publicaçõeszinhas"...

Então, passei rapidinho para falar isso, e dizer também que o foco do blog também vai incluir a Fotografia - meu novo objeto de pesquisa.

Ah, queria contar e agradecer que fui citada em um outro blog, um artigo de minha autoria sobre o Poe. Obrigada ao pessoal da entrelinhas noturnas. Segue o link para quem tiver interesse http://entrelinhasnoturnas.comunidades.net/analise-do-poema-o-corvo-de-edgar-allan-poe

Clicando aqui vocês poderão ler meu artigo sobre a Tradução d´O Corvo, de Edgar Allan Poe, onde eu analiso as traduções de Machado de Assis e Fernando Pessoa. Quem ler depois deixa um comentário do que achou, por favor.

P.S. Depois me achei em várias outras citações... kkkkk....
P.S.S. Se inscrevam no blog
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sábado, 31 de dezembro de 2016

Levantamento 2016

Oieeee....

Último dia do ano foi aproveitado para fazer um levantamento das minhas leituras do ano e também reflexões sobre elas.

Eu fechei com 42 livros lidos e fiquei bem satisfeita com a quantidade e, principalmente, com a qualidade dos mesmos.

Pretendo, mas não prometo aumentar essa média em 2017, mas não quero fazer disso um problema, quero que minhas leituras continuem um prazer, como sempre foram... Mas queria fechar 2017 com 52 livros lidos... Quem topa o desafio comigo?

Bom, segue então minha lista de leituras...

- Rakushisha, de Adriana Lisboa
- Ciranda de Pedra, de Lygia Fagundes Telles
- Azul Corvo (releitura), de Adriana Lisboa
- O coração às vezes para de bater, de Adriana Lisboa
- A casa das sete mulheres, de Letícia Wierchowski
- Dois Irmãos, de Milton Hatoum
- Trapo, de Cristóvão Tezza
- Navegue a lágrima, de Letícia Wierchowski
- Neptuno, de Letícia Wierchowski
- Hanoi, de Adriana Lisboa
- Helena, de Machado de Assis
- Iaiá Garcia, de Machado de Assis
- Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis
- O orfanato da Srta. Peregrine para Crianças peculiares, de Ranson Riiggs
- Minha tia me contou, de Marina Colassanti
- O mágico de Oz, de Frank Baumn
- O pequeno príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry
- O Alienista em cordel, de Rouxinol do Rinaré
- O soldadinho de chumbo em cordel, de João Bosco Bonfim
- O flautista misterioso e os ratos de Hamelin, de Braulio Tavares
- Um cordel adolescente, ó xente!, de Sylvia Orthof
- Uma estranha na cidade (crônicas), de Carolina Bensimon
- Stonner, de John Williams
- Um copo de cólera, de Raduan Nassar
- O caminho estreito para os cofins do Norte, de Richard Flanagan
- Romeu e Julieta, de William Shakespeare
- O Seminarista, de Rubem Fonseca
- Eu sou Malala, de Malala Yousafzai e Cristina Lamb
- Poética, de Aristóteles
- Itinerário de Pasárgada, de Manuel Bandeira
- O beijo no asfalto, de Nelson Rodrigues
- A Polaquinha, de Dalton Trevisan
- Laranja Mecânica, de Anthony Brugges
- Abaporu: uma obra de amor, de Tarsilinha do Amaral
- Os fantásticos livros voadores de Modesto Maximo, de William Joyce
- Eles não usam black tie, de Gianfrancesco Guarnieri
- Matteo perdeu o emprego, de Gonçalo M. Tavares
- A máquina de fazer espanhóis, de Valter Hugo Mãe
- A morte e a morte de Quincas Berro D´Água, de Jorge Amado
- Contos de cães e maus lobos, de Valter Hugo Mãe
- Uma menina está perdida em seu século a procura do pai, de Gonçalo M. Tavares
- O conto da ilha desconhecida, de José Saramago

Um Feliz Ano novo e um 2017 cheio de maravilhosas leituras para todos nós...
baci

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Eu sou Malala...

Olá meus queridos e queridas...

Esse projeto de leitura faz parte de um grupo de leitura de mães dos amiguinhos da minha filhinha mais velha.
Escolhemos esse título pela história inspiradora dessa menina, mas confesso para vocês que a leitura foi arrastada.

Em muitos momentos me questionei sobre a qualidade literária do livro, mas depois de muito refletir, acabei resolvendo ler sem julgamentos estéticos e mais para conhecer realmente a história e também sobre os costumes, religião e até geografia mundial, hahahah

Creio que muito dessa impressão se deva ao fato da extensão e descrições minuciosas. Ela praticamente conta desde seu nascimento até seu (re) nascimento, após ser baleada pelo Talibã. Mas garanto para vocês que depois da página 160 a leitura fui.

O início do Prólogo é assim muito fofo: “Venho de um país criado à meia-noite. Quando quase morri, era meio-dia” (p.11). Ela então já inicia contando que fora baleada por integrantes do Talibã pois sempre lutara pelos direitos das meninas frequentarem as escolas. E passa a narrar toda sua história desde seu local e nascimento.

Interessante saber que Malala vivia no Vale do Swat, região montanhosa à sombra da crodilheira Hindu Kush, mais especificadamente na cidade de Mingora, o maior município do Vale e que distava apenas 160 quilômetros de Islamabad, a capital do Paquistão.

Então ela discorre muito sobre seu pai e sobre o sonho dele pela Educação. Descreve todas dificuldades e sabotagens desse grande sonho. E também o papel do pai como grande incentivador de Malala também no objetivo de lutar pela educação, principalmente das meninas: “Meu pai costumava falar: ‘Vou proteger sua liberdade, Malala. Pode continuar sonhando’” (p. 77).

Passamos a conhecer, e mais, a entender muitos dos costumes dos mulçumanos. E principalmente, o “não” papel da mulher naquela sociedade, principalmente para os mulçumanos fundamentalistas (em alguns momentos a gente fica com muita raiva, inclusive). Raiva maior quando ela passa a contar sobre a ocupação do Talibã... “Primeiro os talibãs nos tiraram a música, depois nossos Budas e então nossa história” (p. 133).

Mas o que mais afetava Malala e seu pai era o fato das destruições das escolas pelos talibãs, mas serviu apenas de incentivo para eles continuarem lutando: “O Talibã podia tomar nossas canetas e nossos livros, mas não podiam impedir nossas mentes de pensar” (p. 156).

“O Talibã é contra a educação porque pensa que quando uma criança lê livros ou aprende inglês ou estuda ciência ele ou ela vai se ocidentalizar” (p. 172).

Eu fiquei muito inspirada após conhecer a história da Malala e tenho a plena certeza que ela servirá de inspiração para muitas mulheres. E principalmente quem está ligado à área de Educação. Enquanto houver uma criança, um professor, um livro e uma caneta, ainda haverá esperanças.

Alguém também ficou tocado?
Baci


P.S. Comprei também a versão jovem da história da Malala... depois volto para falar dele também...

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

O Seminarista, de Rubem Fonseca

Olá amadinhos,

Hoje é rapidinho... 
Queria indicar aos amantes de literatura policial, e para quem também não gosta, a leitura de O Seminarista, de Rubem Fonseca (sim, Rubem Fonseca, não o clássico de Bernardo Guimarães...).

Na verdade, foi indicação de Luis Fernando Veríssimo para a TAG, Experiências Literárias de Janeiro, mas quero reforçar a indicação!!!

Gente... é muito bom. É como esse post: curto, porém maravilhoso... kkkk

Eu classificaria até como uma novela (se alguém já fez essa classificação antes, perdoe-me, pois não tive tempo de pesquisar). Mas enfim, resumidamente o enredo gira em torno da história de José, um ex-seminarista, amante de latim e poesias e também ex-matador profissional, O Especialista, após longos anos decide que é hora de aposentar-se. Entretanto, irá perceber algumas dificuldades em "alcançar" esse objetivo. Na minha leitura, muito mais do que alcançar ou não o objetivo, nos traz muitas reflexões acercas das nossas próprias escolhas de vida, e como podemos ficar eternamente presas dentro dessas nossa escolhas, ou limitados por elas.

Gostei tanto que já comprei outro livro de Rubem Fonseca, Bufo e Spallanzani

É isso... sorry pela simplicidade!!! Mas leiam e depois comentem aqui...

Baci

P.S. tenho que mostrar o kit... é muitoooo fofooooo.
P.S.+ A arminha é de papelão...




quinta-feira, 5 de maio de 2016

Stoner, de John Williams - TAG Experiências Literárias

Oie meus queridos e minhas queridas, ou as moscas que me lêem...

Recebi meu primeiro kit da TAG e fiquei extremamente ansiosa e feliz com a experiência que iria experimentar.

Primeiro que o kit é lindo demais, já mostrei em post anterior aqui no blog.

O que mais me chamou a atenção dessa assinatura da TAG é a curadoria. São escritores de renome no cenário da Literatura Contemporânea que indicam seus livros favoritos.

Esse mês a curadora foi a minha queridinha Leticia Wierzchowski, o que, para mim, já fez toda a diferença. E vamos a ele: Stoner, de John Williams.

Primeiramente, nunca tinha ouvido falar nesse escritor americano, nem tampouco nessa obra.

Confesso que me identifiquei muito com a temática e fico me perguntando se outros leitores que não estejam familiarizados com esse ambiente docente universitário tiveram a mesma impressão – não sei.

Trata-se de um romance  Buldingsroman (romance de formação) que narra a história de William Stones, filho de camponeses humildes que descobre sua paixão pela Literatura e torna-se professor universitário. E então acompanhamos o seu casamento fracassado e suas relações complicadas, tanto na Universidade e em todos os outros âmbitos de sua vida.

Fica muito evidente essa distância entre os mundos dos pais de Stoner e o ambiente universitário que passa a ser a sua vida. Seria como trabalho braçal/físico x trabalho intelectual.

“(...) Stoner, desde criança, pensava neles (pais) como velhos. Aos 30 anos, seu pai aparentava 50; encurvado pelo trabalho, contemplava sem esperança o árido pedaço de terra que sustentava a sua família de um ano para o outro” (p. 8).

Linda prosa, cheia de poesia e sentimento, como podemos observar: “(...) muitas vezes, durante a pausa entre o jantar e ir para a cama, os únicos sons que podiam ser ouvidos eram de um corpo de mexendo com dificuldade numa cadeira e o ranger mouco da madeira cedendo cada vez mais sob o peso dos anos” (p. 9).

No início há um choque: sabemos todo o enredo já no primeiro parágrafo. Logo após, há um segundo choque: a narrativa é lenta e o leitor, em certos momentos, acaba se cansando – logo nas primeiras páginas.

Eu, particularmente, fiquei muito irritada com a esposa dele e como ele reagia à certas atitudes dela, mas é exatamente isso que encanta em John Williams: como ele narra... é muito envolvente, quase visceral.

Amei o livro, muito porque o que ele narra faz parte do meu cotidiano também. E mais, o papel transformador da Literatura na vida dele (e de todos que com ela se envolvem): “Tomou consciência de si mesmo de um jeito que nunca lhe ocorrera antes” (p. 20).

Fiquei encantada também em perceber que, mesmo diante de toda a dificuldade que Stoner passa, e todo o sentimento de não-pertencimento, a sua paixão pela Literatura fez com que ele superasse todos os obstáculos, e alguns casos, abicou também de várias outras paixões.


Várias são as lições de vida que o Prof. Stoner nos deixa, dentre elas: “Você precisa lembrar o que você é, o que escolheu ser e o significado do que está fazendo” (p. 44). Eu acrescento ainda que você é o único responsável por suas escolhas. 

Achei, por fim, que há um flerte com o romance O Professor, de Cristóvão Tezza (existe post sobre esse livro aqui no blog).

Enfim, boa leitura!!!
Baci


quinta-feira, 14 de abril de 2016

TAG LIVROS

Olá meus queridos e queridas... como vocês estão?

Resolvi dar uma retomada novamente no blog. É muita coisa acontecendo, mas vou assumir um compromisso de fazer, no mínimo, uma postagem semanal (pelo menos, de início).

Fiz umas aulas de Escrita Criativa e fiquei empolgada a escrever. Sempre achei que não tinha muito "dom" para escrever, e talvez por esse motivo, deixei algumas vezes de lado alguns posts... Inclusive, quem se interessar em aprender mais sobre Escrita Criativa, esse é o link para o curso de Escrita Criativa (um dos cursos existentes... eu fiz umas aulas experimentais e gostei da técnica dele, Thiago Novaes).

Enfim, eu querida hoje deixar a dica da TAG LIVROS. O que é? É uma espécie de clube de livros. Por uma assinatura mensal de 69,90 (meio salgadinho, eu também acho...) você recebe todo mês em casa um livro (indicação de escritores e literatos), juntamente com uma revista e um "mimo" literário.

coincidência ou não, quem indicou o livro do mês de abril foi a escritora Letícia Wierzchowski, que eu adorooooo (o post anterior é sobre um livro dela). E mês que vem sabe quem indicará??? Quem???? A minha mais amada escritora de todos os tempos, salve, salve, linda, maravilhosa: Adriana Lisboa (estou megaaaa ansiosa para saber qual será a indicação dela)!!!

Vou explicar melhor com fotos do meu primeiro mês como associada.

Para início, a caixinha que vem pelo correio é muito fofa (já vi cometários sobre a demora na entrega do kit, mas comigo, por enquanto, está tudo ok...)


Quando a gente abre, o livro vem com uma capinha super prática com a revista dentro (podemos, inclusive, guardar o livro nessa caixinha...). Ah, na primeira vez, você recebe também uma carta personalizada com seu nome...

Ah, esqueçi que no kit também vêm um marcador de páginas personalizado:

E o mimo desse mês é uma ótima ideia para minhas feiras literárias também: "message in a bottle"...
Qual mensagem ou versos você deixaria para a posteridade?



Sobre o livro não vou falar ainda, primeiro porque estou no início da leitura (posso adiantar que é muito bom!) e segundo porque pode ainda haver interesse de alguém em adquirir e então perderia um pouco do encanto!!!

Ah, se alguém se interessou e resolver fazer a assinatura, dê meu nome como indicação, pois assim eu ganho uma book bag lindaaaa!!!

Estou propondo também clubes de leituras aqui na minha cidade, quem tiver interesse, deixa um comentário...

Ah, quem quiser ter mais informações sobre a TAG LIVROS, clique aqui!

Até semana que vem...

baci

Lari Bonacin